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Surto de Mpox gera alerta nacional em oito estados

O Ministério da Saúde emitiu um alerta para mais de oito estados e o Distrito Federal após registros de novos casos de varíola dos macacos, também chamada de mpox. Os estados são Santa Catarina (SC), Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Minas Gerais (MG), Rondônia (RO) e o Distrito Federal (DF).

O aumento de casos acendeu um novo alerta na saúde pública e levou essas unidades a reforçarem a vigilância epidemiológica. Relatórios oficiais já confirmam dezenas de infectados e centenas de notificações suspeitas sob investigação.

De acordo com o Ministério da Saúde, São Paulo concentra o maior número de notificações oficiais, com o Rio de Janeiro na sequência. Além dos estados já citados, Bahia e Goiás também intensificaram as ações de vigilância.

As autoridades reforçam que a prioridade é identificar com agilidade os focos em áreas urbanas, interrompendo a disseminação do vírus. O Sistema Único de Saúde permanece estruturado para realizar diagnósticos e adotar as medidas adequadas de isolamento quando necessário.

A mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus da mesma família da antiga varíola humana. O vírus se propaga principalmente por contato direto com lesões na pele ou mucosas de pessoas infectadas, além de fluidos corporais, gotículas respiratórias em proximidade física e objetos contaminados.

O período de incubação costuma variar de 3 a 21 dias após a exposição. O risco de transmissão é maior em situações de contato intenso, como relações íntimas ou compartilhamento prolongado de espaços fechados.

Sintomas e cuidados

Os sintomas geralmente começam de forma súbita, com febre, mal-estar intenso e dores no corpo antes do surgimento das lesões na pele. As erupções podem surgir em diferentes partes do corpo, incluindo região genital ou perianal.

Essas manifestações costumam durar algumas semanas e variam em intensidade. A fase contagiosa se estende até a completa cicatrização das feridas.

Um caso suspeito é definido pela combinação de sintomas compatíveis e histórico de exposição recente. A presença de febre seguida de erupções cutâneas é um alerta para busca imediata de avaliação médica.

A prevenção baseia-se na redução do contato com lesões infecciosas, fluidos corporais e materiais contaminados. Cuidados com higiene e evitar compartilhar itens pessoais são medidas importantes, principalmente em ambientes de convivência intensa.

O tratamento é voltado principalmente para o alívio dos sintomas, com uso de medicações para febre e dor, hidratação adequada e cuidados com a pele. Em casos graves ou em pacientes com maior risco, podem ser utilizados antivirais específicos, como o Tecovirimat.

O isolamento até a cicatrização das lesões, aliado à higienização de roupas e superfícies, é considerado importante para interromper cadeias de transmissão e reduzir o impacto da doença.

A informação foi publicada no site Terra Brasil Notícias em 03 de março de 2026, com autoria de Yudi Soares. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e orientando a população sobre os procedimentos adequados.

Sobre o autor: Nathan López Bezerra

Formado em Publicidade e Propaganda pela UFG, Nathan começou sua carreira como design freelancer e depois entrou em uma agência em Goiânia. Foi designer gráfico e um dos pensadores no uso de drones em filmagens no estado de Goiás. Hoje em dia, se dedica a dar consultorias para empresas que querem fortalecer seu marketing.

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