A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de todos os suplementos alimentares produzidos pela empresa Morais & Argolo Indústria de Alimentos e Produtos Naturais LTDA. A decisão foi publicada em 19 de março de 2026.
A medida foi tomada após uma ação de fiscalização que interditou a fabricante. A empresa foi autuada pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba por operar sem uma licença sanitária válida.
Durante a inspeção, foi constatado que a produção era realizada em um local não informado e desconhecido pelas autoridades. A empresa também não cumpria as Boas Práticas de Fabricação exigidas pela legislação.
A Anvisa suspendeu a fabricação, a importação, a venda, a distribuição e a propaganda de todos os produtos da marca. O objetivo é evitar que itens fabricados de forma irregular cheguem aos consumidores em lojas físicas ou na internet.
O consumo de suplementos fabricados sem controle sanitário representa riscos à saúde. Produtos feitos dessa maneira podem não conter a quantidade de substâncias declarada no rótulo ou podem estar contaminados por microrganismos ou metais pesados.
A agência monitora o mercado de suplementos para garantir a segurança dos produtos. Empresas que funcionam de forma clandestina operam fora desse controle, o que coloca em risco a saúde das pessoas.
Quem tiver em casa qualquer produto da marca Morais & Argolo deve parar de consumir imediatamente. A orientação é descartar os itens de forma adequada. Pontos de venda que ainda comercializam esses suplementos devem ser denunciados aos órgãos de vigilância sanitária locais.
A decisão da Anvisa foi publicada no Diário Oficial da União. Essa publicação dá validade jurídica à interdição em todo o território nacional, obrigando todos os estados a cumprir o recolhimento dos produtos.
Consultar fontes oficiais, como o Diário Oficial e os canais da Anvisa, é importante para obter informações corretas sobre temas de saúde. A transparência nessas ações fiscais ajuda a manter a segurança do mercado.
Empresas que atuam sem a devida licença enfrentam penalidades, incluindo multas, e podem responder judicialmente por crimes contra a saúde pública. A interdição da empresa permanece até que todas as exigências sanitárias sejam cumpridas e um novo local de produção seja aprovado.
A ação fiscal na Paraíba serve como um alerta para outras empresas do setor. Seguir as regras de vigilância sanitária é necessário para a continuidade das atividades e, sobretudo, para garantir a segurança de quem consome os produtos.
